Horário: 07h30 - 11h30 / 13h00 - 17h30 de segunda-feira à sexta-feira
A contratação de profissionais como pessoa jurídica deixou de ser exceção no mercado brasileiro. Levantamento da Catho mostra que as vagas para PJ cresceram 19% no primeiro trimestre de 2026 em relação ao mesmo período de 2025, de 11.531 para 13.751 anúncios. O que não acompanhou esse ritmo foi a gestão: em muitas empresas, contratos, notas fiscais, reajustes e pagamentos de prestadores ainda estão espalhados entre planilhas, e-mails e conversas de WhatsApp.
O descuido ficou mais arriscado. O Supremo Tribunal Federal (STF) deve fixar, no Tema 1389, os parâmetros para a validade da contratação de PJs, e em junho deste ano o ministro Gilmar Mendes liberou a retomada, nas primeira e segunda instâncias da Justiça do Trabalho, dos processos sobre pejotização que estavam parados desde abril de 2025.
“O problema raramente é a contratação PJ em si. É a forma como ela é administrada. Quando a empresa trata um contrato de prestação de serviços como uma folha de pagamento informal, perde dinheiro no dia a dia e acumula passivo para o futuro”, afirma Dario Perez, fundador e CEO da ContrataPJ.
A seguir, ele lista os cinco erros mais comuns e quanto eles podem custar:
Não ter visão única dos pagamentos. Sem saber exatamente o que está pendente, pago ou atrasado, a empresa corre o risco de pagar duas vezes, atrasar um prestador estratégico ou errar a projeção de caixa. “Quem tem dez PJs ainda consegue controlar na planilha. Com trinta, cinquenta, a planilha vira o próprio risco. Gestor precisa abrir uma tela e saber quanto deve, para quem e quando”, conclui Dario.
Voltar para a listagem de notíciasRua Gal. Deodoro Paulino do Espirito Santo, nº 11
Miguel Sutil - Cuiabá / MT - CEP: 78048-318
Rua Treze de Maio, nº 1446
La Salle - Rondonópolis / MT - CEP: 78710-080
Desenvolvido por Sitecontabil 2026Todos os direitos reservados